O nome dela tem sido pronunciado à exaustão por deputados tucanos quando da inquirição de presos da Lava Jato que resolveram ficar em dilencio na CPI da Petrobrás: "Vai, fala, procura a Dra. Catta Pretta!".
O bandido Youssef, conhecido operador tucano, que rodava em jatinhos por si levando a tiracolo o senador Alvaro Fias, nem poderia ser delator por ter incidindo no crime novamente o que, por conta do seu papel de delator no caso Banestado e com o mesmo Moro, por ter quebrado o trato e por isso nào merecedor de confiança, nào poderia ser delator novamente mas, como sabemos, tudo vale a pena para, como assumem este conluio midiatico-judicisl, forçar o povo a "refundar a República"...,,entào tá,.,..
O Sérgio Moro, uma espécie de imperador da República do Paraná tem agido de forma sorrateira para atingir seu objetivo traçado há anos que é, decretar a morte política de Lula. Moro nunca se fez de rogado neste sentido e, deu-se até ao direito de debochar no julgamento do "mensalão", pois foi o dito cujo que, como assessor da ministra Rosa Weber o voto que condenou Dirceu: "Eu não tenho provas mas a literatura me manda condenar então eu condena".
Voltando ao tema.,....Quem é Catta Pretta? O insuspeito Estadão revela que ela é a única que dá crédito a um processo baseado em delação premiada e não em provas a serem buscadas pela investigação. De dez advogado, dez são contra. Ela é a favor. E tem lá seu motivos e sabe muito bem o que o réu deve confessar para ser beneficiado pelo Sérgio Moro:
Truque manjado de Sérgio Moro: deixar os suspeitos apodrecendo na cadeia, presos de forma ilegal(Guatánomo mandou mensagens) para forçá-los a delação premiada e mais: o réu tem que falar aquilo que a "otoridade" quer ouvir. situações sào criadas(como por exemplo o sequestro. dos documentos necessários a defesa dos réu, fato ocorrido com a invasào do escritório dos procuradores da Odebretch, os quais são desta forma forçados a renunciar para que sejam substituidos pela Dra. Catta Preta, conhecida na Republica do Parná como a Rainha da Delaçào Premiada. Ela que sempre aparece para resgatar réus submetidos aos caprichos de Sérgio Moro que, como sabemos, usa a prisão preventiva como metodo de humilhaçào e tortura, por meses a fio e sem que os tribunais superiores tomem qualquer atitude para conter o abuso,,.,,,o réu, fragilizado, é forçado a delatar ou, mais especificamente, a dizer o que Moro quer ouvir. No caso dos bandidos Youssef e Costa, estes foram agraciados com um belo salário de delator, alguns milhões de reais, ah, não vale delatar tucano e, mesmo que delate, isso não passa, talvez chegue às mãos de Janot que, é claro, engaveta, como fez com a denúncia contra Aécio Neves.
O bandido Youssef, conhecido operador tucano, que rodava em jatinhos por si levando a tiracolo o senador Alvaro Fias, nem poderia ser delator por ter incidindo no crime novamente o que, por conta do seu papel de delator no caso Banestado e com o mesmo Moro, por ter quebrado o trato e por isso nào merecedor de confiança, nào poderia ser delator novamente mas, como sabemos, tudo vale a pena para, como assumem este conluio midiatico-judicisl, forçar o povo a "refundar a República"...,,entào tá,.,..
O Sérgio Moro, uma espécie de imperador da República do Paraná tem agido de forma sorrateira para atingir seu objetivo traçado há anos que é, decretar a morte política de Lula. Moro nunca se fez de rogado neste sentido e, deu-se até ao direito de debochar no julgamento do "mensalão", pois foi o dito cujo que, como assessor da ministra Rosa Weber o voto que condenou Dirceu: "Eu não tenho provas mas a literatura me manda condenar então eu condena".
Voltando ao tema.,....Quem é Catta Pretta? O insuspeito Estadão revela que ela é a única que dá crédito a um processo baseado em delação premiada e não em provas a serem buscadas pela investigação. De dez advogado, dez são contra. Ela é a favor. E tem lá seu motivos e sabe muito bem o que o réu deve confessar para ser beneficiado pelo Sérgio Moro:
A advogada Catta Preta segundo O Globo: ela entende do ofício
http://oglobo.globo.com/brasil/a-advogada-que-mais-conhece-os-segredos-dos-delatores-da-operacao-lava-jato-15469609
A seguir, recortes de publicaçoes sobre a Lava Jato:
“A advogada Beatriz Catta Preta, que assumiu a defesa do ex-diretor e “delator” da Petrobras, Paulo Roberto Costa, foi quem conduziu o acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal, e Polícia Federal. Beatriz é prima do desembargador José Mauro Catta Preta nomeado pelo governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB). Anastasia é pupilo do candidato a presidente Aécio Neves.Irmão de desembargador nomeado pelo governo do PSDB, figura como doador da campanha de Aécio Neves para o governo de Minas em 2006. Acompanhe:
A seguir, recortes de publicaçoes sobre a Lava Jato:
“A advogada Beatriz Catta Preta, que assumiu a defesa do ex-diretor e “delator” da Petrobras, Paulo Roberto Costa, foi quem conduziu o acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal, e Polícia Federal. Beatriz é prima do desembargador José Mauro Catta Preta nomeado pelo governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB). Anastasia é pupilo do candidato a presidente Aécio Neves.Irmão de desembargador nomeado pelo governo do PSDB, figura como doador da campanha de Aécio Neves para o governo de Minas em 2006. Acompanhe:

Beatriz Catta Preta é especialista em delação, principalmente se os clientes forem “testemunhar” contra os desafetos do PSDB, como: (PMDB, PP, PT, PR).Entre os anos de 2002 e 2003, Catta Preta conseguiu à delação dos réus Lucio Bolonha Funaro e José Carlos Batista.Segundo consta no processo na justiça federal, em associação com o deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP), eles “criaram estrutura criminosa voltada à ocultação de recursos” – permitindo o repasse de valores ao então líder da bancada do PL, advindos de pagamentos por ordem do PT, em troca de apoio político.
(…) percebe-se que os “Catta Preta” especialistas em delação, são subservientes à um único partido, o PSDB… A família Catta Preta de Belo Horizonte (MG) é uma espécie de Família Trad de Campo Grande (MS), tem tentáculos na política, advocacia (OAB), magistratura. São considerados como “os intocáveis”…
Catta Preta (MG)
O sobrenome Catta Preta já dicionarizado por Mansur Guérios em seu Dicionário Etimológico de Nomes e Sobrenomes(página 89 – Editora “Ave Maria Ltda”) segundo esse Dicionarista e nossos estudos, CATTA PRETA é sobrenome brasileiro, originário do topônimo Vila das Catta Preta, no Estado de Minas Gerais, antigo Arraial do Infeccionado, entre as cidades de Mariana e Ouro Preto, hoje Município de Santa Rita Durão(o nome da Vila das Catta Preta foi mudado para Santa Rita Durão, em homenagem ao famoso Poeta Santa Rita Durão, nascido na Vila das Catta Preta).As terras das Catta Preta pertenciam aos irmãos Fernandes de Oliveira que passaram a ser chamados de os Fernandes de Oliveira das Catta Preta.Os irmãos incorporaram esse apelido Catta Preta ao seu nome e a família o adotou definitivamente. A palavra CATTA PRETA tem origem em CATA (escavações feitas para mineração de ouro e PRETA o ouro envolto em ganga preta, era o ouro conhecido como ouro preto).O ódio alimentado pelo escritório de advocacia “Catta Preta” por políticos e partidos como : Lula e Dilma (PT) e José Sarney (PMDB), e a exaltação do nome do Ministro do STF, Gilmar Mendes.
Segue link para texto na íntegra
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Guatánamo é aqui: Mais sobre a dobradinha Moro - Catta Preta. Bem simples: O réu é torturado mediante prisão ilegal que na verdade é um sequestro e incomunicável e sem chances de ganhar a liberdade até a chegada do socorro da Catta Preta
Do Estadão:
‘Há uma forte resistência à delação’, diz advogada de Paulo Roberto Costa
REDAÇÃO
02 Outubro 2014 | 05:00
Beatriz Catta Preta, que defende ex-diretor da Petrobrás, afirma que ‘há situações em que o réu se vê sem saída’
Por Fausto Macedo
A advogada criminal Beatriz Catta Preta é uma precursora das causas de delação premiada. Há muitos anos ela se especializou nesse tipo de procedimento. Dez entre dez advogados são radicalmente contra a delação. Catta Preta, não.
Ela trabalha com discrição, mas quando entra numa demanda dessa ordem age com perícia e habilidade. Sabe o que é bom e o que é ruim para o investigado que decide contar o que sabe.
É o caso do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa. Ele foi preso em 17 de março, alvo da Operação Lava Jato. A Polícia Federal desvendou um sólido esquema de lavagem de dinheiro e corrupção na estatal petrolífera, sob comando de Costa e do doleiro Alberto Youssef.
Acuado, na iminência de pegar pena superior a 50 anos de prisão, o ex-diretor trocou de advogado e chamou Beatriz Catta Preta. Ela fez ver a ele que não havia outra saída, a não ser a colaboração premiada. Ontem, 1, Costa já estava em seu apartamento, no bairro de Ipanema, Rio, ao lado da família – vai permanecer pelo menos um ano em regime de custódia domiciliar, nada mau para quem poderia viver pelo resto da vida encarcerado.
Em entrevista ao Estado, Beatriz Catta Preta fala da resistência de seus colegas de profissão à delação.
ESTADO: Quando Paulo Roberto Costa decidiu fazer delação premiada vários advogados renomados fizeram pesadas críticas ao procedimento do ex-diretor da Petrobrás. Como a sra avalia essa situação?
BEATRIZ CATTA PRETA: Há, realmente, uma forte resistência dos advogados, de uma forma geral, em atuar nos casos de colaborações premiadas. Em minha opinião, a delação premiada nada mais é do que uma forma eficaz de defesa, prevista em lei. E, como meio de defesa legal, não vejo porque me eximir de atuar em casos desta natureza. Há situações em que o réu se vê absolutamente sem saída, sem esperanças de um desfecho favorável do processo, seja pela decretação de prisão preventiva que dificilmente será revogada, seja pela prova material colhida no âmbito da investigação preliminar. Neste momento, sopesando o valor de sua liberdade e as situações que permeiam uma colaboração com a Justiça, acontece a decisão pela delação.
ESTADO: Os críticos da delação alegam que o colaborador é um ‘traidor’ porque fez parte de uma organização até cair na malha da Polícia Federal. Por quê?
CATTA PRETA: Acho que essa pergunta deve ser feita àqueles que criticam a colaboração. Cada um tem suas justificativas.
ESTADO: A sra declarou que sua missão foi cumprida, com a homologação do acordo de delação de Paulo Roberto Costa. Por quê?
CATTA PRETA: A homologação judicial do acordo de colaboração é o ponto mais sensível de todo o procedimento. Isso porque a delação é discutida e acertada entre a defesa e o Ministério Público, os depoimentos em sede de colaboração são tomados, detalhes, fatos, nomes de pessoas, provas materiais, são apresentados e, só após todo esse trabalho, é avaliado pelo Poder Judiciário que decidirá se o acordo está formalmente em ordem e, principalmente, se foram preenchidos os requisitos de regularidade, legalidade e voluntariedade. Só com a efetiva homologação judicial pode-se dizer que a colaboração surtirá seus efeitos.
ESTADO: Quais os benefícios que a delação oferece, de fato, ao colaborador?
CATTA PRETA: Os benefícios da delação premiada podem variar, de acordo para acordo. De um forma genérica, poderá haver redução da pena privativa de liberdade em até 2/3 ou mesmo substituição desta por pena restritiva de direitos e, ainda, ser concedido o perdão judicial, com a consequente extinção da punibilidade do colaborador.
ESTADO: A delação isenta o colaborador também de autuação fiscal?
CATTA PRETA: O acordo de delação premiada não isenta o colaborador de fiscalizações, autuações fiscais ou procedimentos administrativos. Abrange, apenas, o cometimento de crimes, não isentando o réu ou investigado de responder civil ou administrativamente por conta dos fatos e atos revelados.
http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/ha-uma-forte-resisten...
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São de longa data as relações entre os Catta Preta e o PSDB:
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São de longa data as relações entre os Catta Preta e o PSDB:
Procurador do Estado desde 25 de setembro de 1982, José Mauro Catta Preta Leal, foi recentemente empossado desembargador no Tribunal de Justiça. Ele foi nomeado pelo governador Antonio Anastasia. Da lista sextupla para a vaga, José Mauro ficou entre três para que fosse escolhido pelo governador. Ele irá compor a 6ª câmara Criminal. A legislação prevê que, dos magistrados que integram os tribunais, um quinto seja proveniente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Ministério Público (MP)

Wleides, Francisco, Desembargador José Mauro, esposa, filho e o Governador Antonio Anastasia
A solenidade de posse para o cargo de desembargador ocorreu na sexta-feira (18/11) às 17h, no auditório da Unidade Raja Gabaglia, em Belo Horizonte. A condecoração feita pelo presidente do TJMG, desembargador Cláudio Costa, com o auxílio da mulher do novo desembargador, Wleides Dalila Poudel Leal, e de seus filhos, foi pretigiada pela Defensoria Pública Estadual, convidados especiais, familiares e demais autoridades.Procurador do Estado desde 25 de setembro de 1982, José Mauro Catta Preta Leal, foi recentemente empossado desembargador no Tribunal de Justiça. Ele foi nomeado pelo governador Antonio Anastasia. Da lista sextupla para a vaga, José Mauro ficou entre três para que fosse escolhido pelo governador. Ele irá compor a 6ª câmara Criminal. A legislação prevê que, dos magistrados que integram os tribunais, um quinto seja proveniente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Ministério Público (MP)

Wleides, Francisco, Desembargador José Mauro, esposa, filho e o Governador Antonio Anastasia
A solenidade de posse para o cargo de desembargador ocorreu na sexta-feira (18/11) às 17h, no auditório da Unidade Raja Gabaglia, em Belo Horizonte. A condecoração feita pelo presidente do TJMG, desembargador Cláudio Costa, com o auxílio da mulher do novo desembargador, Wleides Dalila Poudel Leal, e de seus filhos, foi pretigiada pela Defensoria Pública Estadual, convidados especiais, familiares e demais autoridades.Procurador do Estado desde 25 de setembro de 1982, José Mauro Catta Preta Leal, foi recentemente empossado desembargador no Tribunal de Justiça. Ele foi nomeado pelo governador Antonio Anastasia. Da lista sextupla para a vaga, José Mauro ficou entre três para que fosse escolhido pelo governador. Ele irá compor a 6ª câmara Criminal. A legislação prevê que, dos magistrados que integram os tribunais, um quinto seja proveniente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Ministério Público (MP)

Wleides, Francisco, Desembargador José Mauro, esposa, filho e o Governador Antonio Anastasia
A solenidade de posse para o cargo de desembargador ocorreu na sexta-feira (18/11) às 17h, no auditório da Unidade Raja Gabaglia, em Belo Horizonte. A condecoração feita pelo presidente do TJMG, desembargador Cláudio Costa, com o auxílio da mulher do novo desembargador, Wleides Dalila Poudel Leal, e de seus filhos, foi pretigiada pela Defensoria Pública Estadual, convidados especiais, familiares e demais autoridades.

Dr. José Mauro (Desembargador) e o Senador Eduardo Azeredo
Dr. José Mauro (Desembargador) e o Senador Eduardo Azeredo
Dr. José Mauro (Desembargador) e o Senador Eduardo Azeredo
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| Divinense toma posse como desembargador no Tribunal de Justiça |
| Escrito por Hitler Cézar (O Campeão) |
Ele viveu sua infância em Divino, onde ainda criança sonhava ser advogado.![]() Filho de José Coelho Leal e Deusdedina Catta Preta Leal, terceiro filho de uma família de 08 (oito) irmãos, José Mauro Catta Preta Leal sempre foi muito dedicado. Seu pai, farmacêutico prático e muito responsável, deu estrutura para que ele pudesse seguir com brilhantismo e inteligência seu objetivo. Em sua carreira estudantil, contava sempre com incentivo de sua mãe que mesmo a distância, estava sempre presente. Estudou na UFMG em Belo Horizonte, onde se formou advogado. É casado com a divinense Wleides Dalila Poubel Leal, com quem tem 3 filhos todos advogados.![]() Procurador do Estado desde 25 de setembro de 1982, José Mauro Catta Preta Leal, foi recentemente empossado desembargador no Tribunal de Justiça. Ele foi nomeado pelo governador Antonio Anastasia. Da lista sextupla para a vaga, José Mauro ficou entre três para que fosse escolhido pelo governador. Ele irá compor a 6ª câmara Criminal. A legislação prevê que, dos magistrados que integram os tribunais, um quinto seja proveniente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Ministério Público (MP)![]()
Wleides, Francisco, Desembargador José Mauro, esposa, filho e o Governador Antonio Anastasia
A solenidade de posse para o cargo de desembargador ocorreu na sexta-feira (18/11) às 17h, no auditório da Unidade Raja Gabaglia, em Belo Horizonte. A condecoração feita pelo presidente do TJMG, desembargador Cláudio Costa, com o auxílio da mulher do novo desembargador, Wleides Dalila Poudel Leal, e de seus filhos, foi pretigiada pela Defensoria Pública Estadual, convidados especiais, familiares e demais autoridades.![]() O presidente do TJMG Cláudio Costa afirmou que a experiência adquirida por José Mauro Catta Preta Leal ao longo dos anos contribuirá para o fortalecimento do Judiciário. "Sua larga atuação na advocacia contenciosa e consultiva lhe confere a experiência e a segurança para o pleno desempenho da nova função. Com esse largo cabedal intelectual e moral, tenho a absoluta convicção de que o eminente advogado, com sua peculiar destreza e competência, auxiliará o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais a se desincumbir na resolução rápida e efetiva dos conflitos, buscando a pacificação social", disse.![]() Após a solenidade de posse, convidados e autoridades se confraternizaram com Dr. José Mauro e seus familiares durante um Buffett Catharina para mais de 800 convidados. A dupla Cezar Menotti e Fabiano garantiu a alegria do público com show especial.![]() José Mauro Catta Preta Leal foi coordenador da 5ª coordenação do contencioso da Procuradoria Administrativa e de Pessoal. Na carreira, atingiu o nível IV, em 2007, último da advocacia pública. Lecionou Direito Comercial na Faculdade de Direito da UFMG e no curso de comércio exterior da UNA . Em 1998 foi agraciado com a Medalha da Inconfidência. Graduado pela Faculdade de Direito da UFMG, é Diretor da Escola Superior de Advocacia (EOAB), foi membro do Conselho Consultivo da Escola Nacional de Advocacia e foi Vice-Presidente da Ordem dos Advogados de Minas Gerais entre os anos de 1998 e 2003. Também é professor de Direito Comercial da Faculdade de Direito Milton Campos desde 1982.![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() |






















Irmão do Juiz
Coração Tucano da Família

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